Começam as obras de duplicação da Rua Faria Lima em Londrina

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Serviços serão feitos em dois trechos, inicialmente com alargamento da pista no sentido da UEL até o Lago Igapó; Município investirá R$ 8 milhões ao todo.

Teve início nesta segunda-feira (5) a primeira etapa da obra de duplicação da Rua Prefeito Faria Lima, que irá melhorar a mobilidade e o fluxo de trânsito em uma importante via de Londrina. O prefeito Marcelo Belinati e o secretário municipal de Obras e Pavimentação, João Verçosa, estiveram no local e concederam entrevista à imprensa para dar mais detalhes sobre os trabalhos da obra, que incluem o alargamento da via e a construção de uma ponte na região do Lago Igapó.

Os serviços serão realizados em duas etapas, mas de forma integrada, com execução de 1,5 km no total. No Lote 1, a duplicação abrange área de 900 metros e será feita no sentido da Universidade Estadual de Londrina (UEL) até a ponte do Lago Igapó, compreendendo trecho que inicia na Rua Reverendo João Batista Ribeiro Neto até a Rua Bento Munhoz da Rocha. O prazo de execução do primeiro trecho é de sete meses a partir da ordem de serviço, que foi dada no final da semana passada.

Já no Lote 2 a execução contempla outros 600 metros e ocorrerá a partir da Rua Bento Munhoz da Rocha até o alto da Faria Lima, chegando na Avenida Maringá, em etapa que também inclui a construção da ponte na área do Igapó. Os trabalhos devem ser executados em até nove meses, com previsão de início a partir de fevereiro de 2019. Dessa forma, grande parte das atividades irão ocorrer concomitantemente.

Ao todo, a Prefeitura de Londrina investirá o montante aproximado de R$ 8 milhões. Os valores licitados são de R$ 2.633.217,69 no Lote 1 e mais R$ 3.871.550,41 para o Lote 2, por meio de financiamento junto à Caixa Econômica Federal. A contrapartida do Município é de R$1.460.000,00 para as desapropriações de terrenos deste trecho. A vencedora dos processos licitatórios para os dois trechos foi a construtora londrinense Imai e Barreto Engenharia LTDA, do grupo Artenge. A empresa já está recebendo os equipamentos no local do canteiro de obras, onde começará a fazer o levantamento topográfico.

O prefeito Marcelo destacou que a população de Londrina será beneficiada pela obra, que é importante para proporcionar uma via de mais qualidade e segurança a quem mora ou transita por aquela região. “O fluxo de trânsito será melhorado e as intervenções facilitarão a vida de todos, incluindo os funcionários, professores e alunos da UEL. Além do alargamento da pista, os serviços incluem a reconstrução da ponto do aterro do Lago Igapó e as desapropriações estão seguindo normalmente dentro dos regramentos e trâmites legais, e não vão atrapalhar a execução dos trabalhos. A cidade receberá uma obra de grande qualidade”, disse.

Ainda segundo o prefeito, a intenção é autorizar nos próximos meses a duplicação da Avenida Aminthas de Barros e estão sendo planejadas ações em outros pontos. “Estão sendo estudados possíveis projetos de intervenção para locais como as avenidas Guilherme de Almeida e dos Pioneiros, e de recomposição do asfalto em vias importantes de Londrina, como a Avenida Winston Churchill, Rio Branco, Francisco Gabriel Arruda, Rio Grande do Sul, entre outros trechos”, acrescentou.

De acordo com o secretário João Verçosa, a duplicação da Faria Lima vai trazer ganhos para o trânsito e boas alternativas, melhorando o acesso tanto para quem precisa ir até a UEL como aos usuários da via que trafegam da região sul até o centro da cidade. “Trata-se de uma obra importante e que sairá do papel após muitos anos. A obra também contemplará faixa para o Superbus e ciclofaixa. Para esta primeira etapa, que inicia hoje, fizemos todas as desapropriações necessárias, sendo que as 19 desapropriações da etapa seguinte também já estão avançando para que possamos lançar a outra ordem de serviço”, frisou.

Verçosa adiantou que, por ser uma rua de grande movimento, a Prefeitura deverá fazer algumas intervenções durante as obras, juntamente com a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU). “No entanto, a intenção é causar o mínimo de transtornos. Faremos todo o monitoramento e, conforme o andamento dos serviços e as demandas da empresa, eventualmente será necessário algum trabalho como desvios de trânsito, travessias de tubulação, sinalização, mudança de itinerário de ônibus, entre outros”, informou.

Texto: Renan Oliveira




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